Filha no Rio de Janeiro:
http://marianapaulistana.blogspot.com/2010/03/rio-de-janeiro.html
«Há sempre coisas que nos ultrapassam... Aprendi há pouco tempo, com o JY Leloup, que S. Inácio de Loyola (o fundador dos Jesuítas), dizia: "Faz tudo o que está nas tuas mãos, e confia, porque Alguém fará o resto." ... this is what I'm feeling now!! ... :-)»
Não sei exactamente se as palavras eram estas - que S. Inácio me desculpe - mas foi o que retive do sentido!
Muito boa Páscoa para tod@s! ... a minha está a ser fantástica e há muito que começou!
segunda-feira, março 29, 2010
domingo, março 21, 2010
«Deuses da Ásia»
Ontem tive um presente precioso: uma amiga que festejava os seus 50 anos, convidou os seus amigos e amigas para irem com ela visitar a exposição «Deuses da Ásia», no Museu do Oriente - http://www.museudooriente.pt/218/deuses-da-asia.htm
Vale a pena visitá-la. Faz-se uma viagem fantástica pelos países do oriente, do Japão à China, passando pela Índia, pelo Camboja, pela Tailândia ...
Uma exposição que tem toda a pertinência nos tempos que correm para nos conhecermos melhor a nós próprios, as nossas inspirações e tradições espirituais, conhecendo e tomando contacto com as dos outros.
Telefonem para lá a saber o dia e a hora a que há visitas guiadas (ao Sábado ou ao Domingo). A não perder.
Muito obrigada por este precioso presente.
Vale a pena visitá-la. Faz-se uma viagem fantástica pelos países do oriente, do Japão à China, passando pela Índia, pelo Camboja, pela Tailândia ...
Uma exposição que tem toda a pertinência nos tempos que correm para nos conhecermos melhor a nós próprios, as nossas inspirações e tradições espirituais, conhecendo e tomando contacto com as dos outros.
Telefonem para lá a saber o dia e a hora a que há visitas guiadas (ao Sábado ou ao Domingo). A não perder.
Muito obrigada por este precioso presente.
quinta-feira, março 18, 2010
Medo!! ?? ... é o que nos tolhe??!!
Ó meu Deus, ando a ficar muito preocupada com todos estes casos nas nossas escolas e com a nossa incapacidade para impedir que aconteçam.
Que medo é este que nos tolhe os movimentos, as actuações, as decisões, o tomar medidas? Boas ou más, mas tomá-las! Lá, localmente, nas situações, mal aconteçam ... ou logo que aconteçam...
Como já escrevi há algum tempo, a propósito de outras histórias, o que serve vir para a comunicação social, sem se tomarem medidas no local certo?
Como dizia um dos meus mestres e inspiradores, que não cheguei a conhecer pessoalmente, o Dr. João dos Santos, o pior de tudo é a indiferença, na relação entre as pessoas ... quer elas sejam grandes ou pequenas, sejam relações de pais com filhos, ou de relações de professores com alunos ... Não podemos ser indiferentes uns aos outros!
Não são as leis que vão resolver a situação! Não é quem vai de fora que a vai resolver! Não é a comunicação social que a vai resolver! ... Só quem lá está pode resolver!
A vida está muito complicada para todos, mas não vale a pena complicá-la mais ainda, com a indiferença, o medo e com a solidão. E a vida, como todos sabemos, é sempre mais complicada para uns do que para outros!
Todos somos responsáveis uns pelos outros!
Se não nos deixarmos permear pelos afectos e não deixarmos de ter medo uns dos outros, estas situações só piorarão!
Subscrevo completamente este post: http://movimentoescolapublica.blogspot.com/2010/03/solidao-de-um-aluno-e-de-um-professor.html
Que medo é este que nos tolhe os movimentos, as actuações, as decisões, o tomar medidas? Boas ou más, mas tomá-las! Lá, localmente, nas situações, mal aconteçam ... ou logo que aconteçam...
Como já escrevi há algum tempo, a propósito de outras histórias, o que serve vir para a comunicação social, sem se tomarem medidas no local certo?
Como dizia um dos meus mestres e inspiradores, que não cheguei a conhecer pessoalmente, o Dr. João dos Santos, o pior de tudo é a indiferença, na relação entre as pessoas ... quer elas sejam grandes ou pequenas, sejam relações de pais com filhos, ou de relações de professores com alunos ... Não podemos ser indiferentes uns aos outros!
Não são as leis que vão resolver a situação! Não é quem vai de fora que a vai resolver! Não é a comunicação social que a vai resolver! ... Só quem lá está pode resolver!
A vida está muito complicada para todos, mas não vale a pena complicá-la mais ainda, com a indiferença, o medo e com a solidão. E a vida, como todos sabemos, é sempre mais complicada para uns do que para outros!
Todos somos responsáveis uns pelos outros!
Se não nos deixarmos permear pelos afectos e não deixarmos de ter medo uns dos outros, estas situações só piorarão!
Subscrevo completamente este post: http://movimentoescolapublica.blogspot.com/2010/03/solidao-de-um-aluno-e-de-um-professor.html
terça-feira, março 16, 2010
«Aprender, TIC e Educação para a Paz - que desafios?» - As primeiras Actividades
Aqui fica o link para as primeiras actividades partilhadas pelos professores que estão a participar na formação «Aprender, TIC e Educação para a Paz - que desafios?». Os relatos são de sua autoria, bem como tudo o que diz respeito ao desenvolvimento das actividades e a respectiva avaliação.
O link:
- http://sites.google.com/site/educacaopelapaz/home2/lista-de-actividade
No blog - http://aprender-tic-educaoparaapaz.blogspot.com/ - encontra também os links para os blogs e páginas que foram criados no âmbito deste projecto.
Algum comentário, questão ou dúvida, disponham. Mail para contacto: educacao.paz@gmail.com
O link:
- http://sites.google.com/site/educacaopelapaz/home2/lista-de-actividade
No blog - http://aprender-tic-educaoparaapaz.blogspot.com/ - encontra também os links para os blogs e páginas que foram criados no âmbito deste projecto.
Algum comentário, questão ou dúvida, disponham. Mail para contacto: educacao.paz@gmail.com
domingo, março 14, 2010
INVICTUS: não percam!!

Um filme a não perder!! ESPECTACULAR!!
:-)
Deveria ser obrigatório!!
«I'm the master of my fate, I'm the captain of my soul.» (Nelson Mandela)
«Um país, uma equipa!» (Nelson Mandela)
http://invictusmovie.warnerbros.com/
Foi preciso passar 27 anos na prisão para sair com aquela visão, vontade de reconciliação e capacidade de perdão - espantoso!!
sábado, março 13, 2010
«Índia MINERVA»!!
Ontem estive num seminário Internacional promovido pelo Observatório do Plano Tecnológico da Educação (OPTE) onde alguém lembrou que havia uma gente, que já anda nestas andanças das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) na Educação desde os tempos do Projecto MINERVA (há mais de 25 anos), chamando-lhes «Índios MINERVA». É um grupo no qual me incluo, tal como o autor da expressão, evidentemente, também se incluí.
Fiquei a pensar nesta carinhosa designação e no que ela significa simbolicamente: em como os índios estão atentos às suas tradições e aos saberes mais antigos, como estão atentos aos sinais dos tempos e procuram compreender o que se passa à sua volta, aprendendo com os erros e com o que corre mal, como a sua relação com o mundo natural é tão importante e os ajuda a viver de modo mais integrado e equilibrado.
Pensei como seria interessante, que no nosso país - um pequeno país onde se situa o ponto mais ocidental da Europa, facto que nos permite chegar mais depressa ao continente americano (quer seja a América do norte, quer seja a América do sul) - que aprendessemos com os índios ...
... a não esquecer as boas tradições que fomos construindo de trabalho em conjunto neste domínio, entre professores, escolas e investigadores, e que tem sido inspirador de vários programas de formação contínua que estão actualmente no terreno (uma das importantes aprendizagens feitas exactamente com o Projecto MINERVA, Ponte, 1994)). Foi em conjunto que aprendemos a lidar com as mudanças, com o desconhecido, com a Inovação.
... aprender com as limitações do trabalho efectuado e a tirar ilações para o futuro - lembro os mais recentes projectos INTERNET@EB1 (Figueiredo et al, 2004; Ponte et al, 2006) e o CBTIC@EB1 (Ponte et al, 2007), que sendo dirigidos preferencialmente aos alunos do 1º ciclo do ensino básico (CEB), não levaram mais longe os investimentos realizados, tal como foi explicitado nas avaliações externas de que foram objecto: por dificuldade em envolver os professores, as direcções dos Agrupamentos e também muitas autarquias; por o currículo nacional, nas suas diferentes áreas disciplinares não incluir de forma mais clara as TIC e os respectivos contributos para as aprendizagens dos alunos; pela falta de reconhecimento dos formadores ...
... reconhecer o trabalho e organizar os recursos digitais disponibilizados on-line por diversas entidades neste domínio ...
Toda a gente diz que o país não é rico, que estamos a atravessar uma fase de grande penúria e por isso temos que viver com o que existe! ... tudo o que foi feito até agora, embora em contextos mais reduzidos e de forma não massificada, não pode ser deitado «borda fora», faz parte do nosso património comum, enquanto país. Os programas que foram mais extensivos no âmbito das TIC na Educação, anteriores ao PTE, foram exactamente os direccionados para o 1º CEB e que acima referi. E o que se aprendeu com eles que fosse integrado no e-escolinhas, vulgo Magalhães? ... Dá a impressão que relativamente a este ciclo do ensino básico se anda sempre a fazer a pontaria errada ... oxalá esteja enganada e que o estudo que vai ser iniciado no âmbito do OPTE nos possa mostrar o contrário, mas quem tem andado pelas Escolas e falado com colegas, sabe o que se está a passar com os Magalhães ...
Foi muito interessante ouvir os peritos internacionais com novas ideias e explicitarem o seu pensamento divirgente, estimulando a nossa criatividade e novas formas de fazer, já os seus contributos sobre o que foi feito, nomeadamente sobre aquilo que se costuma chamar recursos educativos digitais (RED), foi completamente deslocado e revelador do desconhecimento do que até ao momento foi feito no nosso país.
Enquanto cidadã e professora, penso que teremos muito a aprender com os índios, tanto mais que poderá ser uma aprendizagem que pode contagiar outros domínios do nosso país. É nesta interacção entre os «índios ansiãos» e os «jovens índios principiantes» que se vão potenciando os investimentos e que se vai construindo o país.
Haverá outra forma de o fazer? ...
Fiquei a pensar nesta carinhosa designação e no que ela significa simbolicamente: em como os índios estão atentos às suas tradições e aos saberes mais antigos, como estão atentos aos sinais dos tempos e procuram compreender o que se passa à sua volta, aprendendo com os erros e com o que corre mal, como a sua relação com o mundo natural é tão importante e os ajuda a viver de modo mais integrado e equilibrado.
Pensei como seria interessante, que no nosso país - um pequeno país onde se situa o ponto mais ocidental da Europa, facto que nos permite chegar mais depressa ao continente americano (quer seja a América do norte, quer seja a América do sul) - que aprendessemos com os índios ...
... a não esquecer as boas tradições que fomos construindo de trabalho em conjunto neste domínio, entre professores, escolas e investigadores, e que tem sido inspirador de vários programas de formação contínua que estão actualmente no terreno (uma das importantes aprendizagens feitas exactamente com o Projecto MINERVA, Ponte, 1994)). Foi em conjunto que aprendemos a lidar com as mudanças, com o desconhecido, com a Inovação.
... aprender com as limitações do trabalho efectuado e a tirar ilações para o futuro - lembro os mais recentes projectos INTERNET@EB1 (Figueiredo et al, 2004; Ponte et al, 2006) e o CBTIC@EB1 (Ponte et al, 2007), que sendo dirigidos preferencialmente aos alunos do 1º ciclo do ensino básico (CEB), não levaram mais longe os investimentos realizados, tal como foi explicitado nas avaliações externas de que foram objecto: por dificuldade em envolver os professores, as direcções dos Agrupamentos e também muitas autarquias; por o currículo nacional, nas suas diferentes áreas disciplinares não incluir de forma mais clara as TIC e os respectivos contributos para as aprendizagens dos alunos; pela falta de reconhecimento dos formadores ...
... reconhecer o trabalho e organizar os recursos digitais disponibilizados on-line por diversas entidades neste domínio ...
Toda a gente diz que o país não é rico, que estamos a atravessar uma fase de grande penúria e por isso temos que viver com o que existe! ... tudo o que foi feito até agora, embora em contextos mais reduzidos e de forma não massificada, não pode ser deitado «borda fora», faz parte do nosso património comum, enquanto país. Os programas que foram mais extensivos no âmbito das TIC na Educação, anteriores ao PTE, foram exactamente os direccionados para o 1º CEB e que acima referi. E o que se aprendeu com eles que fosse integrado no e-escolinhas, vulgo Magalhães? ... Dá a impressão que relativamente a este ciclo do ensino básico se anda sempre a fazer a pontaria errada ... oxalá esteja enganada e que o estudo que vai ser iniciado no âmbito do OPTE nos possa mostrar o contrário, mas quem tem andado pelas Escolas e falado com colegas, sabe o que se está a passar com os Magalhães ...
Foi muito interessante ouvir os peritos internacionais com novas ideias e explicitarem o seu pensamento divirgente, estimulando a nossa criatividade e novas formas de fazer, já os seus contributos sobre o que foi feito, nomeadamente sobre aquilo que se costuma chamar recursos educativos digitais (RED), foi completamente deslocado e revelador do desconhecimento do que até ao momento foi feito no nosso país.
Enquanto cidadã e professora, penso que teremos muito a aprender com os índios, tanto mais que poderá ser uma aprendizagem que pode contagiar outros domínios do nosso país. É nesta interacção entre os «índios ansiãos» e os «jovens índios principiantes» que se vão potenciando os investimentos e que se vai construindo o país.
Haverá outra forma de o fazer? ...
sábado, março 06, 2010
Privilégios ... / Privilèges ...
Sou uma privilegiada no meio de amigos e amigas poetas ... :-) ... eu que não passo de "aprendiz" da Vida, entre as escura grutas que transporto comigo, os azuis celestes e os arco-íris dos corais marinhos que os meus olhos meninos, com as "nuvens" da idade, permitem que me aconcheguem o coração ... Nunca lhes saberei agradecer aquilo que me dão!
http://ardosiaazul.blogspot.com/2010/03/poema-menino.html
[Je me sens très privilégiée au milieu des amis et amies poètes ... :-) ... moi qui ne suis qu'une "apprenti" de la Vie parmi les noires grottes que je porte, les bleus et les roses céleste et l'arc en ciel des coraux marins que mes petits yeux, avec leurs "nuages" portées par l'âge, permettent que mon cœur soit embrassé ... Je ne leur saurai jamais remercier ce qu'ils me donnent!]
[Merci beaucoup, Rosa et tous mes ami(e)s poètes!]
http://ardosiaazul.blogspot.com/2010/03/poema-menino.html
[Je me sens très privilégiée au milieu des amis et amies poètes ... :-) ... moi qui ne suis qu'une "apprenti" de la Vie parmi les noires grottes que je porte, les bleus et les roses céleste et l'arc en ciel des coraux marins que mes petits yeux, avec leurs "nuages" portées par l'âge, permettent que mon cœur soit embrassé ... Je ne leur saurai jamais remercier ce qu'ils me donnent!]
[Merci beaucoup, Rosa et tous mes ami(e)s poètes!]
quinta-feira, março 04, 2010
«Portugal na linha da frente no uso das TIC» ... e o outro lado da moeda
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=40256&op=all
O outro lado da moeda: nas escolas do 1º CEB por onde tenho andado nestes últimos meses, só numa das salas em que entrei estavam a usar o Magalhães. Entrei já em 14 salas. Muitos estão já avariados (mais de metade), outros alunos não chegaram a obtê-los (em meios sociais mais pobres) ... :-( ...
Esta questão das avarias dos Magalhães, da demora nas suas reparações é bastante generalizada. Tenho falado com colegas de outras escolas ... e ninguém sabe como resolver a situação: de forma rápida e eficiente.
Depois há ainda a questão das infraestruturas das salas e das Escolas: a maioria das salas não tem fichas suficientes para se carregarem baterias e a ligação à Internet wire-less em muitas Escolas também é coisa que não existe.
Isto para dizer que estes números poderiam ainda ser melhores e que não se está a tirar o devido partido de avultados investimentos financeiros feitos com os impostos dos portugueses. É uma pena!!
Mto obrigada, Luana, por esta divulgação!!
O outro lado da moeda: nas escolas do 1º CEB por onde tenho andado nestes últimos meses, só numa das salas em que entrei estavam a usar o Magalhães. Entrei já em 14 salas. Muitos estão já avariados (mais de metade), outros alunos não chegaram a obtê-los (em meios sociais mais pobres) ... :-( ...
Esta questão das avarias dos Magalhães, da demora nas suas reparações é bastante generalizada. Tenho falado com colegas de outras escolas ... e ninguém sabe como resolver a situação: de forma rápida e eficiente.
Depois há ainda a questão das infraestruturas das salas e das Escolas: a maioria das salas não tem fichas suficientes para se carregarem baterias e a ligação à Internet wire-less em muitas Escolas também é coisa que não existe.
Isto para dizer que estes números poderiam ainda ser melhores e que não se está a tirar o devido partido de avultados investimentos financeiros feitos com os impostos dos portugueses. É uma pena!!
Mto obrigada, Luana, por esta divulgação!!
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