sábado, outubro 06, 2018

Religionline: “Com o Papa Francisco – Dizer o seu pensamento a v...



Religionline: “Com o Papa Francisco – Dizer o seu pensamento a v...: Agenda Texto de Maria Wilton Papa Francisco (foto reproduzida daqui ) Na próxima  segunda-feira, dia 8, a partir das 18h30 , ...

Os países com melhores resultados no PISA, como valorizam os professores ...

Les pays au sommet des résultats PISA : des enseignants experts en recherche et pédagogues


Les modalités de recrutement
Les pays qui ont cherché à construire une profession solide se sont engagés financièrement dans les modalités de préparation et d’entrée dans le métier enseignant. Ils ont pu se permettre d’être très sélectifs en choisissant des candidats qui accomplissent un programme de formation complet et rigoureux.

Para saber mais ver AQUI.

domingo, julho 15, 2018

VIVE LA FRANCE!! Cette France lá ...






Eu sou uma inculta em futebol. Não acho graça nenhuma ao jogo. Gosto mais de me interrogar sobre o que leva as pessoas a necessitar desse sentimento de pertença, de associação, a equipas que muitas vezes nem são do seu bairro, o que leva tanta gente a ficar sentada no sofá a ver um jogo final do mundial em vez de ir passear até à praia, de ir apanhar sol ou de dar um mergulho no mar?
Hoje, depois de um almoço de família, fiz uma belíssima sesta. Estava mesmo a precisar. :-)
E agora vibrei com esta fotografia ... :-) ... gosto desta França!! Et VIVE LA FRANCE!! Égalité!! Fraternité!! Liberté!!

quarta-feira, julho 04, 2018

"Eu professora ..." - Blogs




1.º ano de escolaridade - "Guardiões do ambiente" (2016/2017) - AQUI

4.º ano de escolaridade - "Uma aventura na Europa" (2015/2016) - AQUI

3.º ano de escolaridade - "A viagem com a luz" (2014/2015) - AQUI

1.º ano de escolaridade - "Blog da nossa viagem" (2012/2013) - AQUI

quarta-feira, abril 25, 2018

25 de Abril, Provas de Aferição e Exames

A - Quando se chega a esta altura do ano e se gastam dias de trabalho de vários professores por conta da organização das provas de aferição, fico sempre a interrogar-me sobre os custos benefícios, para os alunos, deste tipo de despesas do OGE.
Não são só os professores das escolas que gastam o seu tempo com a organização local para a realização destas provas. É toda a "máquina" que está montada, na preparação das provas (conceção, arranjos gráficos, impressão, feitura da regulamentação, impressão e preparação da distribuição), na realização efetiva da sua distribuição (é mobilizada a PSP e a GNR, por esse país fora), o apoio e acompanhamento à realização das provas, a inspeção geral de educação que acompanha e monitoriza tudo, as salas disponíveis para esse efeito, os professorea avaliadores, os professores supervisores, os classificadores, ..., ...,
E se este orçamento fosse antes investido em benefício de alunos com dificuldades de aprendizagem, em educação artística, em turmas menores, em projetos de articulação interdisciplinar, ..., ..., ... ?!????



B - Estar em Abril, neste "dia limpo e inteiro" e ter como pano de fundo as "Provas de Aferição" no Ensino Básico, os exames, é sentir os mecanismos de controlo e de exclusão social dos tempos de 24 de abril de uma forma dolorosa, inadmíssivel, quase como uma tortura.
Não há justificação que valha!
No dia 26 de abril de 1974, saí à rua contra os exames, fui a reuniões, fui a manifestações. Tinha 15 anos, então, e tinha a perfeita consciência que os exames em nada me ajudavam a aprender. Comecei a trabalhar como professora, em 1980, e ainda se sentia o "cheiro" destes mecanismos de controlo através do medo das inspeções nas escolas, mas não havia já os exames da 4.ª classe, de má fama, que para além de avaliarem os conhecimentos, avaliavam também as consciências, controlavam-nas.
Haverá melhor forma de prestar contas sinceras e honestas aos nossos alunos, aos seus pais e a toda a sociedade, do que o trabalho quotidiano de aprendizagem que desenvolvemos nas nossas salas de aula, nas nossas escolas? Não será esse o trabalho que a Inspeção Geral de Educação deve verificar?
Não precisamos de provas de aferição, nem de exames!!
Não somos seres inteligentes e não sabemos inventar e criar outras formas de "mostrar" e de provar o valor do nosso trabalho? Formas que se baseiem na construção cultural, intelectual e artística conjunta, que fazemos todos os dias com os nossos alunos?
É este o nosso trabalho de educadores e professores! É um trabalho de médio e de longo prazo, tal como as corridas de fundo. É um labor em que acreditamos no potencial em desenvolvimento de cada um dos seres que temos na frente, e no grupo como um todo - um recurso inestimável para a aprendizagem de cada um (Niza, 1998).
Um trabalho que recomeça todos os dias, de forma igual ou diferente, consoante as necessidades, mas acreditando sempre! Acreditando que, todos, alunos e professores, conseguimos ir melhorando, desenvolvendo projetos, conhecendo os currículos, o que neles interessa e é significativo, importante, APRENDENDO! Só assim as Escolas se tornarão verdadeiras comunidades de aprendizagem, comunidades de construção social e cultural.
Não precisamos de provas de aferição, nem de exames!!
Não se educa na desconfiança! O pressuposto subjacente às provas de aferição, aos exames, que se consubstanciam nos "rankings" das Escolas. Os "rankings" não servem a aprendizagem dos alunos! Não servem a construção de comunidades inclusivas de construção social e cultural de aprendizagem. As provas de aferição, os exames e os "rankings" transportam consigo um odor de exclusão social, de controlo, de desconfiança sobre o quotidiano das salas de aula e das escolas, que está ultrapassado há muito. Um espírito que está muito longe do sonho, ainda hoje em construção, das comunidades sociais e culturais inclusivas, solidárias, abertas e livres que o 25 de abril nos trouxe.
Não precisamos de provas de aferição, nem de exames!!
Há sinais de esperança, muito contraditórios, sobre os quais é necessário refletir, como o projeto da Flexibilização Curricular, preconizado por esta equipa governativa (A mesma que mantém em funcionamento toda esta máquina das provas de aferição e dos exames). Está aberto o caminho. É preciso percorrê-lo, sem medo de errar. Os erros servem para se aprender com eles! Não servem para mais nada. Trata-se aqui da nossa aprendizagem coletiva, enquanto sociedade.
A quem servem as "provas de aferição"? A quem servem os exames? A quem servem os "rankings"?

25 de Abril, SEMPRE!!

Nota: Estes são dois pots que escrevi sobre este tema, no Facebook, entre 24 e 25 de abril de 2018, 44 anos depois de 1974.

segunda-feira, janeiro 29, 2018

POR UM ACORDO COLETIVO CONTRA OS TPC!!

Vamos acabar com o "massacre" às nossas crianças!!
Vamos acabar com os T.P.C.!!
Há professores que parece que gostam de levar eles próprios "T.P.C." e por isso enchem os seus alunos deles. Certamente que a estes professores não os incomoda a carga burocrática que, há uns anos, acrescentaram à sua profissão e preferem passar horas intermináveis à volta da burocracia ou a corrigir os T.P.C. dos seus alunos, em vez de com eles trabalharem e se envolverem em projetos de aprendizagem mais frutíferos e prazeirosos - "prazer é pecado"!! Não se pode ter na escola.
Pior, se os alunos destes professores não fazem os T.P.C., ou parte deles que seja, ficam no recreio a fazê-los. A Escola é para castigar!! Só assim conseguirão aprender.
Falamos de crianças de 6/7 anos, do 2.º ano de escolaridade, que passam cerca de 8h30 na escola, por dia, das quais 6h são passadas sentadas em sala de aula, na maior parte dos dias.
Nunca pensei, em tempos de Democracia saber e assistir a tamanho retrocesso nas nossas escolas e a tamanho "massacre" das nossas crianças. Daquelas que estão em idade de brincar, de saltar, de pular, de cantar e de "fazer de conta".
Tudo serve de pretexto para justificar tamanha enormidade e violência. Sim, porque é de "violência" que se trata!! Contra os Direitos das Crianças!!
As justificações prendem-se - imaginem só:
- "Eles têm que estar preparados para as 'Provas de Aferição'! Se não for assim, não vão lá!" - claro que não, porque em vez de os professores trabalharem com eles em projetos de aprendizagem que lhes dêem prazer e de lhes incutir o gosto de aprender e desenvolverem em conjunto a criatividade, transformam-se em "carrascos controladores" dos T.P.C.;
- "Há pais que ainda pedem mais T.P.C.!" - mas tudo o que os pais pedem é bom? Quem são aqui os profissionais que devem defender os superiores interesses das crianças e explicar aos pais que em casa eles devem fazer outras coisas com os seus filhos? Coisas de que gostam: passear, brincar, ir ao cinema, jogar, cantar, ...
Pergunto-me: o que fazem estes professores com os seus alunos para eles aprenderem com gosto e manterem a sua curiosidade, para além de corrigirem os T.P.C.?
São os efeitos perversos das Provas de Aferição? O medo do impacto que estas possam vir a ter na avaliação de desempenho dos professores?
Serão os "efeitos do controle" (o autoritarismo de algumas lideranças ou o medo da perca de poder, procurando assim a proteção das hierarquias distantes que se fazem sentir dentro de cada um) que em alguns agrupamentos se faz sentir sobre os professores?
Num tempo em que se publica o "perfil dos alunos" e em que se põe em marcha um projeto de "Flexibilização Curricular", Senhor Ministro da Educação, por favor, proíba os T.P.C. até ao final do 1.º CEB!!
[Nota breve1: Desculpem-me o desabafo!! Hoje estou mesmo zangada!! Soube desta situação através de uma amiga que está horrorizada com o que estão a fazer à neta dela.]
[Nota breve2: Este desabafo refere-se, evidentemente, ao tipo de TPC "clássico", que Eduardo Sá menciona no seu artigo, cujo link vai aqui abaixo e ao qual diz que "já é tempo de os pais lhe fazerem greve"! Não sei se toda a gente sabe fazer esta distinção, mas aqui fica a observação.]

Link para o artigo de Eduardo Sá "Deixem os T.P.C. em paz!": https://www.eduardosa.com/blog/a-escola-toda/deixem-os-trabalhos-de-casa-em-paz/

  Foto de: http://www.terapiadecrianca.com.br/brincadeira-de-crianca/