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segunda-feira, abril 25, 2016

Portuguese revolution of carnations (25/4/1974)

Esta semana, na minha turma, tivemos uma atividade sobre o 25 de abril, com o Arquivo Municipal de Lisboa, de onde resultaram os cartazes pintados. Depois, ao expor os lindíssimos "cartazes", "calhou" rodearmos a Europa - o logotipo do nosso blog - com eles.
Sorri interiormente com a metáfora que resultou ... :-)smile emoticon ... como se fosse essa a necessidade do momento que vivemos: "um 25 de abril" a nível europeu, a nível mundial.

Para ver mais fotografias sobre esta atividade, no blog da turma: AQUI

quarta-feira, junho 25, 2014

PÚBLICO: "Pais de alunos de Arroios, Lisboa, queixam-se de 'elevado estado de degradação' de escola"

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Um grupo de pais de alunos da EB1 Leão de Arroios, em Lisboa, queixou-se nesta quarta-feira da degradação da escola, que tem infiltrações, casas de banho avariadas e salas de aulas expostas a “temperaturas extremas de frio e calor”.
No período de intervenção do público da reunião da Câmara Municipal de Lisboa, Rita Gorgulho falou em nome dos encarregados de educação daquele estabelecimento de ensino denunciando o “elevado estado de degradação da escola”.
“Nesta escola, há 400 crianças que brincam num recreio desprovido de qualquer equipamento lúdico e cujo chão de azulejos está tão degradado que tem buracos que provocam acidentes diários”, disse.
Segundo a representante, a escola não tem zonas de sombras, protecção para a chuva e os toldos que forneciam sombra para as salas de aulas estão “partidos, rasgados ou são inexistentes”.
A biblioteca está a alojar uma turma cuja sala foi interditada devido a um curto-circuito, partes do chão do ginásio estão apodrecidas por causa de uma inundação que ocorreu no ano lectivo 2011/2012 e o facto de a escola não ter plano de evacuação foram outros dos problemas apontados pelos pais.
Entretanto, os encarregados de educação foram informados hoje de que a escola vai sofrer obras a partir de terça-feira, afirmando que saúdam esta notícia, que “só peca por tardia”.
“Uma escola não deveria chegar a este ponto de degradação, colocando todos em risco”, frisaram.
Os pais perguntaram ainda ao executivo qual a abrangência da intervenção e qual o prazo previsto para o fim das obras.
Em resposta, o vereador das Obras, Jorge Máximo, disse ter conhecimento da situação e referiu que visitou na semana passada a EB1 Leão de Arroios com a vereadora da Educação, Graça Fonseca.
Assegurou ainda que a empreitada vai começar na data prevista. (...)"
In http://www.publico.pt/local/noticia/pais-de-alunos-de-arroios-lisboa-queixamse-de-elevado-estado-de-degradacao-de-escola-1660516

terça-feira, maio 27, 2014

Pais do Leão: Resumo da Reunião com Junta de Freguesia de Arroios - 23 de Maio, 16h

De: http://paisdoleao.blogspot.pt/

No dia 23 de Maio reunimos na sede da Junta de Freguesia de Arroios. Estiveram presentes pelos "Pais do Leão", Silvia Di Salvatore, Tânia Sousa, Rui Maia, Anabela Barreiro, Rita Gorgulho, David Cachucho e Nicole Sanchez. Da JF estiveram presentes a presidente, Margarida Martins, Anabela Miranda, da área social da JF, e Gabriela Freire, vogal da educação e desporto.
Apresentámos as nossas preocupações em relação ao estado de degradação em que a escola se encontra:
Começámos por descrever o problema das infiltrações e consequentes curto-circuitos nas salas de aula. Explicámos que a escola já não tem biblioteca por estar a uso pelo 4ºB, cuja sala se encontra inutilizada devido às infiltrações, situação em risco de acontecer nas outras turmas, já que há mais salas onde pinga do teto quando chove.

Às infiltrações e ao risco de curto circuito, soma-se o facto de não existir plano de evacuação e das portas da escola se encontrarem fechadas à chave durante o dia, não permitindo a saída dos alunos em caso de incêndio. A porta do piso -1 tem também o problema de se situar no cimo de umas escadas em caracol e de abrir para o interior.

Mostrámos o estado de degradação e perigo de queda iminente em que os toldos do recreio se encontram e o perigo para a segurança das crianças que esta situação representa. Também falámos do facto do pavimento se encontrar em muito mau estado, causando imensos acidentes entre os alunos e da falta de sombra. Sugerimos que a JF pedisse o relatório dos seguros ativados pela escola para terem noção de quantas crianças se magoam seriamente.

Falámos ainda sobre a necessária requalificação do átrio através da introdução de árvores e arbustos, numa ideia de intervenção mais estruturante ao nível da criação de ambientes mais acolhedores para as crianças.

A presidente ficou bastante chocada com estes factos, revelando que pensava que a escola se encontrava em melhores condições gerais. Ficou muito alarmada com a falta de plano de evacuação e com todos os riscos a que as crianças estão expostas. As informações que tinha da CML através de Paulo Agostinho (com quem os "pais do leão" já tinham reunido antes) não correspondiam à atual situação de degradação. Devido a esta discrepância de informação afirmou que era importante ter os relatórios que foram enviados pela direcção do agrupamento à CML sobre as condições da escola, e que iria pedi-los.

Começou por nos informar que apesar da transferência de competência da CML para a JF, a verba que foi transferida para a área de manutenção das 4 escolas da freguesia foi apenas de 40.000 euros o que é manifestamente insuficiente para todos estes problemas profundos.

Informou-nos também que a CML iria fazer uma intervenção no telhado da escola para remoção do amianto (telhas de fibrocimento) e que essa obra já estava no gabinete do vereador Jorge Máximo, indo avançar a qualquer momento já que seria feita por ajuste direto. No entanto, essa obra não tem nada a ver com as infiltrações nem servirá para a sua resolução, já que se trata apenas do telhado superior e não dos pisos das salas.
Informou-nos também que a obra da cozinha está completa e que falta apenas a ligação de rede de gás ao ramal, e que iria ser ligada brevemente.

A presidente comprometeu-se também em contactar a Proteção Civil e CML com vista à rápida concretização do plano de evacuação. Também nos disse que dia 29 de Maio irá reunir-se com a Direção do Agrupamento para se inteirar de toda a situação e que na semana seguinte será agendada uma reunião conjunta com a Junta de Freguesia, Direção do Agrupamento, Câmara Municipal de Lisboa e "Pais do Leão" para que todos juntos possam contribuir para a resolução dos problemas mais urgentes antes do início do próximo ano letivo.

Informámos que estávamos disponíveis para ajudar no que fosse preciso, e reforçámos a urgência e gravidade da situação.

terça-feira, maio 20, 2014

A Escola Leão de Arroios: é notícia no Correio da Manhã.


O jornal questionou a autarquia mas não obteve resposta. Não se entende o silêncio e falta de respostas quando está em causa a segurança de 400 crianças. A Câmara Municipal de Lisboa e Junta de Freguesia de Arroios têm de agir. A segurança das crianças não é brincadeira.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/escola-degradada-deixa-400-alunos-em-risco



Para saber mais: http://paisdoleao.blogspot.pt/

terça-feira, maio 06, 2014

"Juntos por uma escola melhor!! Juntos por uma escola viva!!"

Enquanto professora desta escola, a escola EB1 do Largo do Leão, junto a minha à vossa voz!!
A voz dos pais e dos alunos desta escola!!

Uma escola do país inaugurada em 1987, que nunca teve obras de manutenção, e é frequentada por cerca de 400 crianças do 1.ºCiclo do Ensino Básico. A responsabilidade dos edifícios das escolas do 1.º CEB é das autarquias, neste caso concreto a Câmara Municipal de Lisboa.

Este ano um grupo de pais começou a congregar esforços e sinergias para sejam efetuadas as obras e os melhoramentos urgentes e indispensáveis.


 No blogue que criaram pode ser encontrado o levantamento de necessidades que fizeram: http://paisdoleao.blogspot.pt/


Acrescento ainda a sala de professores que, apesar de estar sem "forro" no teto, continua a ser utilizada como espaço de encontro, de trabalho, de reprografia (ver fotografias abaixo):




Uma sala de aula tem também o teto nas mesmas condições, devido às infiltrações de água que aí aconteciam. Esta situação implica que uma turma esteja a utilizar o espaço da biblioteca da escola como sala de aula. Assim, a biblioteca não está a ser utilizada de acordo  com a finalidade para a qual foi criada.

Cabe ainda referir, que foram feitas obras na cozinha da escola para que nela pudessem ser confecionadas refeições, obras que já foram concluídas, mas que, segundo se sabe, por ainda não ter sido feita a ligação do gás, não está ainda a funcionar. As obras foram concluídas antes do final do 2.º período escolar. As refeições servidas continuam a sê-lo em regime de "catering". Parte do ginásio continua assim a ser utilizado como refeitório.