quarta-feira, junho 30, 2010
sexta-feira, junho 25, 2010
Afagos e memórias
A pele ou os afagos, como memórias?
A memória afinal onde pára ela?
Na pele, como memória dos afagos?
Nas emoções, que deixamos emergir?
Nas tristezas? Nas saudades?
Nas alegrias? Nos momentos de felicidade?
Nos abraços de braços que nos reconfortam
e nos preenchem os vazios?
Vazios que nos acompanham,
desde idades ancestrais,
desde outras vidas.
Vazios que, preenchidos, se transformam,
e nos permitem renascer!

In Memórias de Pele [Skin memories]
A memória afinal onde pára ela?
Na pele, como memória dos afagos?
Nas emoções, que deixamos emergir?
Nas tristezas? Nas saudades?
Nas alegrias? Nos momentos de felicidade?
Nos abraços de braços que nos reconfortam
e nos preenchem os vazios?
Vazios que nos acompanham,
desde idades ancestrais,
desde outras vidas.
Vazios que, preenchidos, se transformam,
e nos permitem renascer!
In Memórias de Pele [Skin memories]
Documentos médicos nas matrículas - Comunicado da Sociedade Portuguesa de Pediatria
Sempre é bom saber ... [Muito obrigada, MªJosé!]
Há dois anos, a Sociedade Portuguesa de Pediatria tomou uma posição pública sobre alguns documentos e atestados médicos para a matrícula escolar de crianças, exigidos especialmente em creches e infantários particulares ou IPSS. Embora na altura houvesse algumas manifestações das entidades competentes em promover algumas alterações a estas exigências, tanto quanto se sabe, estas situações poderão continuar a ocorrer. Desse modo, é bom alertar os pais de que estes documentos pedidos pelas escolas, pouca ou nenhuma utilidade têm, sendo até desprovidos de sentido. Convém ler:
Comunicado da direcção da Sociedade Portuguesa de Pediatria:
http://sociedadepediatrica.blogspot.com/2010/06/documentos-medicos-nas-matriculas.html
Há dois anos, a Sociedade Portuguesa de Pediatria tomou uma posição pública sobre alguns documentos e atestados médicos para a matrícula escolar de crianças, exigidos especialmente em creches e infantários particulares ou IPSS. Embora na altura houvesse algumas manifestações das entidades competentes em promover algumas alterações a estas exigências, tanto quanto se sabe, estas situações poderão continuar a ocorrer. Desse modo, é bom alertar os pais de que estes documentos pedidos pelas escolas, pouca ou nenhuma utilidade têm, sendo até desprovidos de sentido. Convém ler:
Comunicado da direcção da Sociedade Portuguesa de Pediatria:
http://sociedadepediatrica.blogspot.com/2010/06/documentos-medicos-nas-matriculas.html
quarta-feira, junho 23, 2010
Desfile na cidade - 2 «Welcome, Summer!»
Este foi o primeiro "desfile na cidade", com a chegada do Verão ele está mesmo a "tomar conta" da cidade ...
http://abeirario.blogspot.com/2010/06/desfile-de-moda.html
domingo, junho 20, 2010
«... mas se Ele existe, certamente que tinha fé nele ...»
Grande é o HOMEM que evoca em nós, seus contemporâneos, palavras como estas, palavras que evocam o que de melhor há em todos nós, enquanto colectivo, e em cada um de nós ...
... palavras que vale a pena ouvir ...
... estas vieram de Espanha
... estas do governo, da Ministra da Cultura:
«Saramago não tinha fé em Deus, mas se Ele existe, certamente que Deus tinha fé nele ...»
Outro lindo epitáfio:
http://ardosiaazul.blogspot.com/2010/06/atlantico.html
... palavras que vale a pena ouvir ...
... estas vieram de Espanha
... estas do governo, da Ministra da Cultura:
«Saramago não tinha fé em Deus, mas se Ele existe, certamente que Deus tinha fé nele ...»
Outro lindo epitáfio:
http://ardosiaazul.blogspot.com/2010/06/atlantico.html
José Saramago - Nobel da Literatura (1922 - 2010)

Foi aqui, na Casa do Alentejo, que pela última vez vi José Saramago ao vivo. Foi já há dois anos, numa mesa redonda organizada pelo Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e a Paz no Médio Oriente, em Novembro de 2008. Hoje, quando dei por mim, lá estava a jantar com amigos. Foi com alguma comoção que reparei nesta coincidência. Haverá coincidências? Estávamos ali a jantar e a homenagear esse grande escritor da nossa pátria, a língua portuguesa.
Vê-lo e ouvi-lo, ao vivo, sempre me tocou profundamente. Pela sua generosidade, pela sua genuína adesão às causas dos Direitos Humanos, pela forma como falava das suas origens e dos seus avós, pela forma como era, um SER - com letra grande. Há também livros seus que me deliciaram e marcaram como o "Memorial do Convento" e "Todos os Nomes". Muitos que ainda não li, outros em que não consegui se quer entrar, como o "Ensaio sobre a cegueira" ...
Sentiremos muito a sua falta, mas é assim mesmo a Vida ... e a dele foi extraordinária! ... como são as nossas, cada uma à sua maneira!
segunda-feira, junho 14, 2010
Tristeza ...
Em dia de tristeza, a solidariedade com a minha querida mana ...
... um forte e apertado abraço, com muito AMOR, ternura e carinho!! ... e pensa que estamos sempre contigo e com os teus filhos!! ... e vamos contigo até onde for preciso!!! Lembra-te sempre disto!!
Sei como é difícil para ti mais um adiamento (não tenho adjectivos que possam ser adequados à situação da justiça no nosso país e tudo o mais que deu lugar a esta situação ... só a educação que os meus pais me deram me impede de aqui escrever todos os nomes e palavrões que sei e que um avô meu costumava dizer com a sua voz rouca de marinheiro em situações como esta, para desabafar ... lembraste? ... ;-) ... não resolve nada, mas alivia imenso!! ... :-) ...), mas tens que acreditar que no final vai sair daqui qualquer coisa de muito bom para ti e para os teus filhos ... e quem rirá por fim, rirá melhor!! :-D ... :-D
P.S. - Esta é uma lindíssima música, muito triste, a primeira que me veio quando soube da triste notícia, e que retrata bem a vida difícil e dura das pessoas de antigamente, noutros tempos ... mas que agora se faz presente de outra maneira! Beijinhos muito grandes, minha querida!!
... um forte e apertado abraço, com muito AMOR, ternura e carinho!! ... e pensa que estamos sempre contigo e com os teus filhos!! ... e vamos contigo até onde for preciso!!! Lembra-te sempre disto!!
Sei como é difícil para ti mais um adiamento (não tenho adjectivos que possam ser adequados à situação da justiça no nosso país e tudo o mais que deu lugar a esta situação ... só a educação que os meus pais me deram me impede de aqui escrever todos os nomes e palavrões que sei e que um avô meu costumava dizer com a sua voz rouca de marinheiro em situações como esta, para desabafar ... lembraste? ... ;-) ... não resolve nada, mas alivia imenso!! ... :-) ...), mas tens que acreditar que no final vai sair daqui qualquer coisa de muito bom para ti e para os teus filhos ... e quem rirá por fim, rirá melhor!! :-D ... :-D
P.S. - Esta é uma lindíssima música, muito triste, a primeira que me veio quando soube da triste notícia, e que retrata bem a vida difícil e dura das pessoas de antigamente, noutros tempos ... mas que agora se faz presente de outra maneira! Beijinhos muito grandes, minha querida!!
domingo, junho 13, 2010
Perca ...
Há pessoas que nos marcam ... As minhas filhas tiveram o privilégio de andar na catequese, na Igreja do Campo Grande, sob a sua orientação ...
http://www.publico.pt/Sociedade/padre-joao-resina-o-engenheiro-de-deus_1441451
http://www.publico.pt/Sociedade/padre-joao-resina-o-engenheiro-de-deus_1441451
terça-feira, junho 08, 2010
quinta-feira, junho 03, 2010
Desfile na cidade
Umas vestem-se de verde,
um verde brilhante e primaveril,
que refresca os dias na cidade.
Desfilam pelas avenidas,
como podem.
Lindas, esbeltas e rejuvenescidas.
Entre o céu e a terra.

Outras, como nuvens pairando
sobre quem apressadamente passa,
vestem-se de lilás,
padrões cor de ametista floridos,
olhando o celestial azul lisboeta.
Reflectem-se em passadeiras gratuitas do mesmo padrão,
abrindo caminhos a quem passa.
A cidade entra na festa,
assim engalanada.
Acordamos neste desfile encantado,
para ouvir mais um dia de descrenças
e desgraças em que nos obrigam a mergulhar.
Assisto a este desfile,
de esperança e generosidade,
pelas avenidas da minha cidade,
em tons de verde e lilás.
A ametista a olhar por nós.
Não podemos não o sentir,
não o olhar.
Cola-se-nos à pele,
contagiando-nos o corpo,
os seres que somos.
O desfile da desgraça, oiço-o,
cada vez mais distante e cansado,
moribundo.
[Ametista: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ametista; http://www.sobre.com.pt/a-ametista-e-a-sua-simbologia]
um verde brilhante e primaveril,
que refresca os dias na cidade.
Desfilam pelas avenidas,
como podem.
Lindas, esbeltas e rejuvenescidas.
Entre o céu e a terra.

Outras, como nuvens pairando
sobre quem apressadamente passa,
vestem-se de lilás,
padrões cor de ametista floridos,
olhando o celestial azul lisboeta.
Reflectem-se em passadeiras gratuitas do mesmo padrão,
abrindo caminhos a quem passa.
A cidade entra na festa,
assim engalanada.
Acordamos neste desfile encantado,
para ouvir mais um dia de descrenças
e desgraças em que nos obrigam a mergulhar.
Assisto a este desfile,
de esperança e generosidade,
pelas avenidas da minha cidade,
em tons de verde e lilás.
A ametista a olhar por nós.
Não podemos não o sentir,
não o olhar.
Cola-se-nos à pele,
contagiando-nos o corpo,
os seres que somos.
O desfile da desgraça, oiço-o,
cada vez mais distante e cansado,
moribundo.
[Ametista: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ametista; http://www.sobre.com.pt/a-ametista-e-a-sua-simbologia]
terça-feira, junho 01, 2010
O Diferente, o outro ...
Quando o outro, o diferente, me faz Ser ...
Quando no meio da solidão,
o que se aproxima,
tão sofrido, ou mais, do que eu,
me faz sorrir,
me faz olhar a vida com outros olhos,
procurar as flores e seus cheiros em cada esquina.
Quando, no meio da agitação,
o diferente,
sim, o outro,
me faz descobrir, a solidão,
uma companheira até ali desconhecia.
Uma companheira desejada?
Desejada na sua mansidão e vastidão.
Uma companheira que vai comigo até ao fundo,
até ao mais fundo de mim.
Que não me abandona nunca, nesta descida,
à qual sei, desde a partida,
se seguirá uma subida.
E o outro, meu Amor,
sempre diferente,
desta outra em que me vou tornando,
onde estás?
Quando no meio da solidão,
o que se aproxima,
tão sofrido, ou mais, do que eu,
me faz sorrir,
me faz olhar a vida com outros olhos,
procurar as flores e seus cheiros em cada esquina.
Quando, no meio da agitação,
o diferente,
sim, o outro,
me faz descobrir, a solidão,
uma companheira até ali desconhecia.
Uma companheira desejada?
Desejada na sua mansidão e vastidão.
Uma companheira que vai comigo até ao fundo,
até ao mais fundo de mim.
Que não me abandona nunca, nesta descida,
à qual sei, desde a partida,
se seguirá uma subida.
E o outro, meu Amor,
sempre diferente,
desta outra em que me vou tornando,
onde estás?
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