quarta-feira, setembro 23, 2009

«Cantastórias»

A não perder ...



O Cantastórias está de regresso, agora num novo formato!
Para crianças a partir dos 3 anos, este é um concerto com canções, jogos, tanta coisa...
As canções são minhas, a orquestração do Francisco Cardoso, e temos músicos excelentes! Apareçam...

dias 3,10,17,24 e 31 de Outubro + 7 e 14 de Novembro (10h e 11h30)
no Cine Theatro Gymnasio (Espaço Chiado, Rua da Misericórdia, 14)
[Bilhetes à venda no Cine Theatro e na Ticketline]

quarta-feira, setembro 16, 2009

Call Centres e livros de instruções ... isto foi com o da ZON

Este P.S.2, refere-se ao post anterior ... Isto aconteceu-me agora de manhã, por eu ter decidido mudar todo o meu plano de comunicações de casa para um que dizem que é de "fibra", e talvez por ser de "fibra" temos que nos sujeitar ... Isto é uma reclamação!! ... de que serve tanta tecnologia, tanta "fibra", se nem um livrinho de instruções - uma coisa básica - nem uma boa formação de quem está nos Call Centres ou uma estruturação das respectivas check-lists de procedimentos, conseguimos fazer?

P.S.2 - Acabo de perceber por que razão os Call-Centres estão estruturados da forma que estão, com check-lists infernais de procedimentos que não servem nem aos clientes nem a quem lá trabalha. O mesmo acontece com as instruções de instalação de bandas largas móveis e outros que tais ... nunca dizem tudo, depois de várias tentativas pensando que nos escapou alguma ou que não lemos bem as instruções, acaba-se sempre por ter que telefonar para os ditos os famosos Call Centres onde a primeira coisa que nos perguntam é se nas instruções não diz que para activarmos a ligação temos que ligar para um tal número ... como se não tivessemos andado todos na mesma escola, não soubessemos todos ler ... e tivessemos um enorme prazer em não ler simples instruções e ligar para os infernais dos Call Centres ... estruturados por cabeças pensantes que não atendem clientes que acabam por ficar mal dispostos por serem tratados como analfabetos ou atrasados mentais ... quando se pretende que registem uma reclamação (a das instruções mal feitas) ainda nos sugerem que escrevamos um mail para um tal endereço de "cliente@ ..." ... será isto possível? ... nós a pagarmos um serviço, a gastarmos esforço e tempo para que as coisas funcionem e ainda a pedirem-nos que gastemos mais tempo e esforço para apresentar um reclamação que só vai beneficiar a prestação do serviço que vendem? ...INACREDITÁVEL!!! ... Só apresento estas reclamações publicamente e por isso aqui fica!! Não posso deixar de apresentar as minhas mais respeitosas saudações para quem precisa de trabalhar nos ditos Centres e que apenas cumpre ordens!!

P.S. ao P.S.2 anterior - O meu pacto de "fibra" é da ZON, mas imagino e tenho ouvido que o mesmo se passa com as outras operadoras. Temos o direito de ser bem servidos pelos serviços que pagamos!! Quando é que os prestadores de serviços aprendem que «o cliente tem sempre razão!» ... nem sempre, mas na maior parte dos casos tem! ... e mesmo quando não a tem, o prestador de serviços só ganha se tratar os seus clientes, como se eles tivessem sempre razão!! É uma outra filosofia, uma outra forma de se relacionar com os outros, de prestar um serviço! Quem vende e quem compra só tem interesse em que tudo corra o melhor possível!! ... Por isso é que acho que isto tem que ver com o texto do EPC.

P.S.1 - O endereço desta mensagem foi enviado por mail para o tal endereço electrónico: clientes@netcabo.pt

Precisa-se de matéria prima para construir um País - Eduardo Prado Coelho - in Público

Eduardo Prado Coelho, antes de falecer (25/08/2007), teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos, que bem merece uma leitura atenta.

«A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres.
Agora dizemos que Sócrates não serve.
E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.
Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. O problema está em nós. Nós como povo. Nós como matéria prima de um país. Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda
sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.

Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.

Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos.

Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país:
-Onde a falta de pontualidade é um hábito;
-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano;
-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos;
-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros;
-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler' e não há consciência nem memória
política, histórica nem económica.
-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.

Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.

-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada
finge que dorme para não lhe dar o lugar.
-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.
-Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.
Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não. Não. Não. Já basta.

Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.
Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...

Fico triste.

Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.

E não poderá fazer nada...

Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.

Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.

Qual é a alternativa ?

Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror ?

Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente abusados !

É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda...

Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.

Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.

Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.

Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:

Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, somos tolerantes com o fracasso.

É a indústria da desculpa e da estupidez.

Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável,

não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.

Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.

E você, o que pensa ?... MEDITE !»


P.S.1 - Vou elmoldurar e pendurar na parede da minha sala.
P.S.2 - Acabo de perceber por que razão os Call-Centres estão estruturados da forma que estão, com check-lists infernais de procedimentos que não servem nem aos clientes nem a quem lá trabalha. O mesmo acontece com as instruções de instalação de bandas largas móveis e outros que tais ... nunca dizem tudo, depois de várias tentativas pensando que nos escapou alguma ou que não lemos bem as instruções, acaba-se sempre por ter que telefonar para os ditos os famosos Call Centres onde a primeira coisa que nos perguntam é se nas instruções não diz que para activarmos a ligação temos que ligar para um tal número ... como se não tivessemos andado todos na mesma escola, não soubessemos todos ler ... e tivessemos um enorme prazer em não ler simples instruções e ligar para os infernais dos Call Centres ... estruturados por cabeças pensantes que não atendem clientes que acabam por ficar mal dispostos por serem tratados como analfabetos ou atrasados mentais ... quando se pretende que registem uma reclamação (a das instruções mal feitas) ainda nos sugerem que escrevamos um mail para um tal endereço de "cliente@ ..." ... será isto possível? ... nós a pagarmos um serviço, a gastarmos esforço e tempo para que as coisas funcionem e ainda a pedir que gastemos mais tempo e esforço para apresentar um reclamação que só vai beneficiar a prestação do serviço que vendem? ...INACREDITÁVEL!!! ... Só apresento estas reclamações publicamente e por isso aqui fica!! ... Não posso deixar de apresentar as minhas mais respeitosas saudações para quem precisa de trabalhar nos ditos Centres e que apenas cumpre ordens!!

terça-feira, setembro 15, 2009

«A Casa ...»

Já fiquei a pensar em tudo o que tenho a mais em casa e de que resisto a me desfazer, a dar, ...

Já fiquei a pensar em todo o "lixo" e "tralhas" que carrego comigo e que não me serve de nada, a não ser para me pesar, para me dar cabo das costas ...

Já fiquei a pensar ... na trabalheira que tenho pela frente ...

Já fiquei a pensar em como somos parecidos com as formigas ou com os ratinhos ... as primeiras ao menos acumulam no Verão para terem como subsistir no Inverno (assim conta a história) e tudo o que sobra é orgânico e re-integrado; os segundos vão construindo ninhos "fofos", "quentinhos" para acolherem os novos elementos que se vão juntando à prole ...

E quais são as diferenças? ...







Fotos tiradas nos jardins da Fund. Calouste Gulbenkian, a 15/09/2009

sábado, setembro 12, 2009

Aritmética, Álgebra e Cálculo Diferencial

A propósito das funções da Escola e das discussões a que temos assistido nos últimos tempos, não posso deixar de partilhar aqui esta citação de Ubiratan d'Ambrósio (2003), no texto que estou a ler e que se intitula, «Tecnologias de informação e comunicação: reflexos na matemática e no seu ensino»:

«Deve-se notar que, assim como a aritmética entendida como fazer contas, a álgebra e o próprio Cálculo Diferencial, são técnicas de manipulação de dados.
Interessante notar que havia, na época, um grande interesse em tecnologia que permitisse efetuar, mecanicamente, esses cálculos. Particularmente cálculos trabalhosos. Filósofos, como Leibniz e Blaise Pascal (1623-1662), viam, no fazer contas, uma atividade puramente mecânica, que não merece ocupar o tempo dos seres humanos, cuja capacidade deve ser para pensar e não fazer operações de rotina. Sonhavam, sem imaginar que pudesse ser possível, com calculadoras e computadores.

Leibniz e Pascal foram pioneiros na busca de uma tecnologia que liberaria o homem de um pensar puramente mecânico e rotineiro, reservando à mente humana tarefas mais nobres. Pascal chegou a patentear um protótipo de uma máquina de calcular. Hoje possuímos a tecnologia adequada para dar maior dignidade à mente humana.

As pesquisas recentes sobre primatologia nos indicam que chimpanzés têm significativa capacidade numérica. Será uma espécie que, eventualmente, poderá nos alcançar na capacidade de fazer contas? Não há indicações que se encaminham para desenvolver a criatividade das explicações, da transcendência, das artes e das religiões, mas poderão ser treinados para aprender a fazer contas. Será correto treinarmos nossas crianças para esse mesmo aprendizado, quando nossas crianças dispõem da tecnologia que as liberta dessa rotina mecânica?»

quinta-feira, setembro 10, 2009

«A minha Escola é esquisita!»

Liberdade!! - Fernando Pessoa, por João Villaret



Vem isto a propósito do último título da revista PÚBLICA (Sábado, dia 5/09/2009) ... «A minha Escola é esquisita!»

... por outras razões [ou seriam as mesmas?] Fernando Pessoa diria exactamente o mesmo! ... resta-me perguntar: quem torna a actual escola «esquisita»? ... ou não será verdade que a maioria dos alunos, segundo investigações recentes, o que mais gosta na Escola são os espaços e os tempos de encontro com os seus colegas e amigos?

Porque precisa a sociedade actual de Escolas «esquisitas»? ... de escolas como se fossem fábricas?

[Não tenho hoje tempo para me alongar mais, mas muito há ainda a dizer sobre este assunto!]

Texto de Fernando Pessoa

Liberdade

Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
Sol doira
Sem literatura
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como o tempo não tem pressa...

Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto é melhor, quanto há bruma,
Esperar por D.Sebastião,
Quer venha ou não!

Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,

Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.

Mais que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...

Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"
http://www.citador.pt/poemas.php?op=10&refid=200809030110

quarta-feira, setembro 09, 2009

Nós e os nossos gatos ...



Nem imaginas o que me aconteceu com o Tareco ... continua doente ... já levou mais duas injecções de curtisona ... nem imaginas coitadinho do bicho, como ele anda!

- ... mas continua a ir à rua?

Claro que continua! Como tu muito bem disseste, os animais costumam saber distinguir as ervas que lhes fazem bem e que lhes fazem mal ... e por isso acabei por levá-lo ao Dr. Gomes, o veterinário dele que já tinha regressado de férias ... contei-lhe a história toda desde o princípio das férias e disse que o bicho já estava a entrar num círculo vicioso com a quantidade de coisas que estava a tomar, que tínhamos que adoptar uma solução radical. Então retirou todos os outros medicamentos e prescreveu-lhe uma dose "cavalar" de curtisona [como é que um gato pode tomar uma "dose cavalar", eu não sei ... mas isso é outra história] durante uma semana, envolveu-lhe as patas com adesivo, como se fossem umas luvas, para ele não se coçar nem fazer mais peladas e feridas, mandou colocar-lhe o "colar" [aquelas "golas" de plástico, em funil, que impedem os animais de chegar com a boca à parte traseira do corpo ou às pastas] e uma semana sem ir à rua. Coitadinho do bicho, nem imaginas! ... tem sacudido as patinhas para tirar aquilo - agora parece mesmo daquelas meias que a gente não calça até ao fim e que ficam penduradas, a abanar ... ontem, quando me levantei, tinha uma caída no chão da sala, cheia de pelinho. Tal e qual como nós! ... fez-me uma impressão! ...

- Que chatice! Coitado do bicho!

Sabes esta noite caiu-me um vaso da janela lá para baixo. Fiquei tão chateada!! ... quando fui à janela fiquei furiosa. Primeiro pensei que tinha sido ele como represália por não ir à rua nestes dias, mas depois fiquei a pensar e fiz outro "filme" ... Hoje acordou-me a miar às 6 e meia da manhã, com aquele miar de quando ele me quer avisar de alguma coisa que me aconteceu, sabes? ... assim a arranhar-me ao leve na cara, como ele faz quando me quer chamar ... quando vou ver à janela e não vejo lá o vaso ... olho para baixo e vejo o vaso no chão ... o que vale é que como estava cheio de terra, deve ter amortecido a queda ... imagina como eu fiquei ... Depois pus-me a fazer outro filme ... ontem à noite andei atrás de uma osga, lá em cima, no sótão ... sabes como elas são, com aquelas patas e com as ventosas ... ela conseguia sempre fugir-me, mesmo quando lhe dava com a vassoura ... mas como sei que quendo começa a ficar humido na rua e eu deixo a janela aberta elas acabam por sair para a rua, depois de ter andado um bocado atrás dela, acabei por a deixar ficar em cima do louceiro, porque já não a via ... o Tareco pôs-se a olhar para mim como quem diz: «Se não me tivessem posto estas coisas nas patas, já tinha dado cabo dela!» ... ele já trouxe tantas cá para casa, já deu cabo de tantas ...

O meu filme: então o que deve ter acontecido, durante a madrugada, foi uma grande tourada do Tareco atrás dela. Ela acabou por se escapulir pela janela, e ele, nessa perseguição, sem querer, acabou por dar um empurrão no vaso ... não conseguiu passar na janela porque está com o "colar" e ao querer deitar-lhe a mão, deu um empurrão no vaso. Já viste?!!? Já viste como ele percebeu que eu queria a osga de lá para fora?!?!

Os animais são incríveis! Lembraste daquela história quando ele me avisou de que o Necas tinha ido lá a casa deixar os papéis e eu não estava? - em vez de mos deixar na caixa do correio como tínhamos combinado? Como ele miava nesse dia, quando eu cheguei a casa ...Ele avisa-me sempre de tudo o que acontece e que não faz parte dos nossos hábitos, do nosso dia-a-dia.
...

[Qualquer semelhança entre esta história e a realidade é pura coincidência!]

terça-feira, setembro 08, 2009

Acenda uma vela ... Eu já acendi!

Já não é a primeira vez que esta mensagem me chega à minha caixa de correio electrónico. Vivemos numa sociedade doente, que produz "seres monstruosos", pelo que estas campanhas e alertas que nos chegam não podem deixar de ser divulgados. Aqui deixo o apelo!




Está em curso uma petição online para acabar com os sites de pornografia infantil. A única coisa que vos pedem é para acender uma vela virtual. O objectivo é acender um milhão de velas em 4 meses. O link está mais abaixo. Eu já acendi a minha... As crianças agradecem. E o resto do mundo também.

http://www.lightamillioncandles.com

terça-feira, setembro 01, 2009

moradas web 2.0

Muito interessante a reflexão que encontrei neste link:

http://criar2009.gov.pt/opiniao/alguem-sabe-a-morada-do-plano-tecnologico/

É este o país e o mundo em que vivemos! ...

Sabendo que simultaneamente, em finais de 2008, havia cerca de 34 400 000 refugiados a nível planetário (Dados do ACNUR).