Já dizia o Prof. Dias de Figueiredo:
Citando Heidegger: "a essência da tecnologia tem pouco que ver com a tecnologia!", Dias de Figueiredo (1995b) considera que em sociedades altamente tecnológicas, os maiores desafios não são de natureza tecnológica, são antes de natureza social, cultural e económica.
Lembra-me esta citação que li há alguns dias ...
«Lembro-me de Oppenheimer, que coordenou a Operação Manhattam, que gerou a bomba atômica, quando viu esse artefato explodir Hiroshima e Nagasaki que, para ele, foi uma experiência dilaceradora. Depois de estudar ciências sociais, ele afirmou: O maior perigo da humanidade é o cientista alienado.» In Crema, R. (2007) http://www.cienciaereligiao.org.br/livro-ciencia-religiao-e-desenvolvimento-perspectivas-para-o-brasil/parte-iii-a-visao-do-brasil/roberto-crema
segunda-feira, maio 18, 2009
domingo, maio 10, 2009
Scratch - 2º Aniversário

No dia 16 de Maio, celebra-se, por todo o mundo, o segundo aniversário do Scratch, uma ferramenta de programação acessível a crianças e jovens.
Esta ferramenta, que pode ser aplicada em contextos educativos e também de lazer, está disponível gratuitamente no portal do MIT ( http://scratch.mit.edu/ ) e no portal português do SAPO ( http://kids.sapo.pt/scratch/ ).
Em Portugal, este dia será assinalado com a concretização de um evento gratuito, aberto a todos os interessados (adultos, crianças e jovens), na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (Alameda da Universidade), das 9 h às13 h. Prevêem-se actividades para iniciados com o apoio de Scratchers mais experientes. Não é necessário conhecer a ferramenta para participar! Página do evento: http://nonio.ese.ips.pt/scratchday09/
Para que seja possível organizar da melhor forma o envolvimento de todos, garantindo as melhores condições de trabalho, pede-se o seguinte aos interessados:
- Se possível, tragam convosco um portátil, Internet móvel e uma extensão (com várias entradas);
- Enviem, até à meia-noite de dia 12 de Maio, uma mensagem para o endereço diascratch@gmail.com (o número de inscrições é limitado) indicando a vossa presença e o número de pessoas que vos acompanha, e do equipamento informático que podem trazer.
(As inscrições podem ser conjuntas, ou seja, os professores podem inscrever os seus alunos; os pais e avós… os elementos da sua família; um jovem… o seu grupos de amigos…)
Mais informações serão brevemente disponibilizadas no site da FPCE UL em
http://www.fpce.ul.pt .
Site do evento no MIT: http://day.scratch.mit.edu/event/143
As dúvidas devem ser dirigidas para o endereço de correio electrónico acima indicado.
Atenção:
Nesse dia, devido à Missa da Bênção das Pastas na Alameda da Universidade, por volta das 11h, o trânsito poderá estar condicionado e algumas ruas de acesso cortadas. Recomenda-se o recurso ao Metro (Cidade Universitária).
Saudações Scratchianas
domingo, maio 03, 2009
Bambular - um novo Blog
Acaba de ser criado um novo Blog - Bambular ... pelo direito ao BRINCAR, ao brincar na rua ...
http://bambular.blogspot.com/
«(...) Quando eu era miúdo jogava pião, a macaca... vínhamos todos brincar para a rua e à roda, à gancheta à sameirinha, etc. Eram grupos espontâneos que se constituíam com os conflitos inerentes a isso. A socialização não era problema... Hoje é tudo muito diferente. É importante, às vezes até é doentio, os pais querem os filhos guardados....
Aos jogos de rua opõem-se as brincadeiras vigiadas e, assim, a um tempo votado ao acaso e à proximidade com o outro através do jogo opõe-se um tempo organizado em espaços vigiados. »
A NÃO PERDER!!!
Tenho no meu imaginário de infância estas brincadeiras ... Parte do que sou hoje tem que ver com as minhas brincadeiras de rua, com os amigos e amigas da minha rua, do bairro onde cresci... um bairro pensado e desenhado para dar prioridade aos seus habitantes, para promover a inclusão social, o Bairro dos Olivais, em Lisboa, construído no início da década de 60, do século passado ... fazendo sobressair as contradições de um regime ditatorial, que mergulhava então numa muito injusta e desastrosa guerra colonial.
http://bambular.blogspot.com/
«(...) Quando eu era miúdo jogava pião, a macaca... vínhamos todos brincar para a rua e à roda, à gancheta à sameirinha, etc. Eram grupos espontâneos que se constituíam com os conflitos inerentes a isso. A socialização não era problema... Hoje é tudo muito diferente. É importante, às vezes até é doentio, os pais querem os filhos guardados....
Aos jogos de rua opõem-se as brincadeiras vigiadas e, assim, a um tempo votado ao acaso e à proximidade com o outro através do jogo opõe-se um tempo organizado em espaços vigiados. »
A NÃO PERDER!!!
Tenho no meu imaginário de infância estas brincadeiras ... Parte do que sou hoje tem que ver com as minhas brincadeiras de rua, com os amigos e amigas da minha rua, do bairro onde cresci... um bairro pensado e desenhado para dar prioridade aos seus habitantes, para promover a inclusão social, o Bairro dos Olivais, em Lisboa, construído no início da década de 60, do século passado ... fazendo sobressair as contradições de um regime ditatorial, que mergulhava então numa muito injusta e desastrosa guerra colonial.
sexta-feira, maio 01, 2009
Contra o racismo ... na "British Airways"
Contra o racismo: uma resposta fantástica de um comandante da "British Airways"...
[Esta mensagem chegou-me por mail]
A situação que se segue aconteceu num vôo da British Airways, entre Joanesburgo (África do Sul) e Londres.
Uma mulher (branca), de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar em classe económica.
E viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.
-'Algum problema,minha senhora?' - perguntou a comissária.
-'Não vê?' - respondeu a senhora -'Vocês colocaram-me ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Tem de me arranjar outro lugar.'
-'Por favor, acalme-se!'- disse a hospedeira -'Infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível'.
A comissária afasta-se e volta alguns minutos depois.
'- Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre em classe económica.
Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar nem mesmo em classe económica. Temos apenas um lugar em primeira classe'.
E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:
'- Veja, não é comum que a nossa companhia permita que um passageiro da classe económica se sente na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável'.
E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:
'- Portanto, senhor, caso queira, por favor pegue na sua bagagem de mão, pois reservamos para si um lugar em primeira classe...'
Todos os passageiros que, estupefactos assistiam à cena, começaram a aplaudir,
alguns de pé.»
Se é contra o racismo, envie esta mensagem aos seus amigos, mas não a apague sem ter mandado pelo menos a uma pessoa.
'O QUE ME PREOCUPA NãO é O GRITO DOS MAUS. É O SILêNCIO DOS BONS...'
MARTIN
LUTHER KING
[Esta mensagem chegou-me por mail]
A situação que se segue aconteceu num vôo da British Airways, entre Joanesburgo (África do Sul) e Londres.
Uma mulher (branca), de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar em classe económica.
E viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.
-'Algum problema,minha senhora?' - perguntou a comissária.
-'Não vê?' - respondeu a senhora -'Vocês colocaram-me ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Tem de me arranjar outro lugar.'
-'Por favor, acalme-se!'- disse a hospedeira -'Infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível'.
A comissária afasta-se e volta alguns minutos depois.
'- Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre em classe económica.
Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar nem mesmo em classe económica. Temos apenas um lugar em primeira classe'.
E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:
'- Veja, não é comum que a nossa companhia permita que um passageiro da classe económica se sente na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável'.
E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:
'- Portanto, senhor, caso queira, por favor pegue na sua bagagem de mão, pois reservamos para si um lugar em primeira classe...'
Todos os passageiros que, estupefactos assistiam à cena, começaram a aplaudir,
alguns de pé.»
Se é contra o racismo, envie esta mensagem aos seus amigos, mas não a apague sem ter mandado pelo menos a uma pessoa.
'O QUE ME PREOCUPA NãO é O GRITO DOS MAUS. É O SILêNCIO DOS BONS...'
MARTIN
LUTHER KING
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